quarta-feira, 31 de agosto de 2016

UMA CRIANÇA QUE LÊ SERÁ UM ADULTO QUE PENSA!

Fomentar a leitura em qualquer idade sempre é sinônimo de enriquecimento, mas incentivar esse hábito entre os mais jovens da sociedade é uma garantia total de um futuro melhor. Uma criança que lê irá se convertendo em um adulto com idéias próprias e uma mentalidade firme, capaz de questionar o que a cerca e de compreender mais facilmente seu lugar no mundo.
Uma criança que lê será um adulto que pensa, porque não há um domínio maior do conhecimento do que aquele que nos oferecem os livros.
Quando lemos nos nutrimos de imaginação e raciocínio que os outros depositaram em folhas em branco, e somos mais receptores quando nos abrimos: as crianças, sem preconceitos, são capazes de ler com toda a sua gama de emoções depositadas na leitura.


Uma criança que lê será livre para sempre!

Ler nos ajuda a pensar e pensar nos liberta, assim, se seu filho gosta de passar o tempo lendo histórias, é melhor que continue agindo assim. Na verdade, essa será a forma mais eficaz que ele terá para enxergar uma variedade de situações, opiniões e de condutas que a vida oferece: com certeza isso ajudará a formar a tolerância da criança e ela ganhará em respeito e solidariedade.
Em muitas ocasiões, como adultos, aquilo que era desconhecido em nosso pequeno mundo habitual nos surpreendia ou, inclusive, incomodava. Essas sensações de querer acreditar que o seu é o válido e o do outro não pode ser, pensamento que deriva, sobretudo da ignorância.
Ler é como viajar em todos os seus sentidos e nos ajuda a abrir a mente: uma criança que lê descobrirá outras culturas, outros modos de vida, outros costumes diferentes dos seus e saberá, muito antes do que aquele que não lê, que existem outras coisas além do olhar cotidiano. Ter consciência disso fará com que ela se torne um adulto que escapará de juízos de valor gratuitos e se sentirá menos preso aos interesses de outras pessoas.


By a mente é maravilhosa
  

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Ler no Tablet dá menos sono do que no papel ?!?!

 Ler no Tablet dá menos sono do que no papel .....

 Dormir antes de conseguir chegar à segunda página de um livro, mesmo que interessante, pode ter uma explicação científica. O sono relacionado à leitura ocorre devido à ação de substâncias químicas no corpo. Uma delas é a adenosina, que se acumula ao longo do dia e que quanto mais presente no organismo, mais sono. A outra é a melatonina, que regula o sono, pois é liberada quando o ambiente escurece. Por isso dormimos, normalmente, à noite explica Guimarães. Como a luz inibe a produção de melatonina, quem lê no tablet, por exemplo, tende a sentir menos sono do que quem lê no papel. Se é difícil manter-se de pé de madrugada, que dirá depois do almoço. Por isso, mesmo que raríssima, não tem nada demais tirar a sesta, que, no entanto, não deve passar de uma hora.

quinta-feira, 24 de março de 2016

A ditadura das oito horas!!

TEMPO DE SONO..

  A ditadura das oito horas Ex-primeira ministra britânica, a incansável Margaret Thatcher era conhecida pelo hábito de dormir apenas quatro horas por noite. Ela integrava uma mínima parcela da população, que não passa de 3% e que tem um tipo de variação genética para dormir menos, segundo um estudo da Universidade da Califórnia-São Francisco, de 2009. De acordo com a pesquisa, mais de 90% dos que pensavam não precisar dormir muitas horas, na verdade, sofriam de privação do sono, com suas consequências sendo notadas a longo prazo. No entanto, especialistas concordam que dormir bem não significa ter oito horas de descanso.
 — A média é de seis a oito horas, porém o tempo de sono ideal é aquele em que o paciente se sente bem e descansado — explica Anna Karla Smith, neurologista do Instituto do Sono. Médico coordenador do Laboratório do Sono do Hospital da UFRJ e diretor da Clínica de Pneumologia e Medicina do Sono, Gleison Guimarães ressalta que, em geral, dormir mais de seis horas é importante: — Durante a noite ocorre a troca e a regeneração das células, além da liberação de vários hormônios, como o do crescimento (GH).

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

A internet pode ser um perigo para a memória??!!




A facilidade com que se encontram informações na internet estão transformando nossa memória e a forma como processamos o conhecimento.

Revista Veja - por Alexandre Salvador e Filipe Vilicic

A intemet produziu transformações es­petaculares nas sociedades na última década, mas a mais profunda delas só agora começa a ser estudada pela ciência. A facilidade e a rapidez com que se encontram informações na rede, sobre qualquer assunto e a qualquer hora, podem estar alterando os processos de cognição do cérebro. Até a popularízação da web, as principais fontes de conhecimento com que todos contavam eram os li­vros e, evidentemente, a própria memória do que se aprende ao longo da vida. A internet mudou esse pa­norama: a leitura em profundidadefoi substituida peIa massa de informações, em sua maioria superficiais, oferecidas pelos sites de busca, blogs e redes de rela­cionamento. A memória, por sua vez, perdeu relevân­cia - para que puxar pela cabeça para se lembrar de um fato ou do nome de uma pessoa se essas informa­ções estão prontamente disponíveis no Google, a dois toques do mouse? Quanto mais dependemos dos sites de busca para adquirir ou relembrar conhecimentos, mais nosso cérebro se parece com um computador obsoleto que necessita de uma memória mais potente.

Um dos estudos mais completos so­bre essa mudança determinada pela in­ternet na forma como assimilamos e pro­cessamos conhecimento foi divulgado na semana passada. Conduzido pela psi­cóloga Betsy Sparrow, da Universidade Columbia, e por outros dois colegas, ele mostra que a memória processada pelos 100 bilhões de neurônios do cérebro está se adaptando rapidamente à era da infor­mação imediata. Hoje, diz uma das con­clusões da pesquisa, nós nos preocupa­mos menos em reter informações porque sabemos que elas estarão disponíveis na intemet. Em lugar de guardar conheci­mentos, preferimos guardar o local na rede onde eles estão disponíveis. A inter­net se tornou uma memória externa, o que faz com que as informações sejam armazenadas não mais no nosso cérebro, mas coletivamente. "Desenvolvemos uma relação de simbiose com as ferra­mentas de nosso computador, da mesma forma que com as pessoas de nossa fa­mília", disse Betsy Sparrow a VEJA.

Na frase genial do cientista brasilei­ro Miguel Nicolelis, "o cérebro é uma orquestra sinfônica em que os instru­mentos vão se modificando à medida que são tocados". Dificilmente alguém conseguirá explicar essa plasticidade com uma imagem mais exata e intrigan­te. Imagine-se um violino cerebral que, tocado de forma medíocre por anos a fio, vai se transformando aos poucos em um berimbau. Ou um piano marrelado por um músico de uma nota só que, ao fim e ao cabo, vira um bumbo. A lição básica de Nicolelis é que o cérebro pre­cisa de impulsos para se desenvolver­ quanto mais variados, complexos, har­mônicos e desafiadores eles forem, mais humanamente melhor o cérebro se tor­nará. Essa. corrida para a perfeição não se completa nunca. Por definição. Quan­to mais o cérebro se modifica pela quali­dade dos impulsos que recebe, melhor e mais eficiente ele se toma, o que aumen­ta sua prontidão para processar infor­mações ainda mais intrincadas. Portan­to, o cérebro é uma estrutura que apre­cia desafios e se transforma com eles. Facilitar sua atividade pode, como mos­tra o estudo da pesquisadora Sparrow, torná-Io mais preguiçoso e menos ávido por se aperfeiçoar. Sparrow se debruçou mais sobre os efeitos na atividade cogni­riva da facilidade que a internet oferece a seus usuários de encontrar praticamen­te qualquer informação histórica, cientí­fica ou literária já produzida pela huma­nidade e estocada de forma digital. Essa memória acessória externa descomunal em prontidão permanente e de fácil aces­so é algo inédito na caminhada evolutiva do cérebro humano. Ela oferece um conforto tal que nenhuma geração pas­sada teve nesse mesmo volume e rique­za de informações. Sparrow se pergunta - mas não responde totalmente na pesquisa que acabou de publicar - que ti­po de efeito sobre a plasticidade do cére­bro a internet, e mais precisamente os mecanismos de buscas como o Google, pode exercer. Seria um efeito equivalen­te ao que tem para os músculos de um atleta ele deitar-se em um sofá com uma lata de refrigerante na mão e os olhos pregados na televisão? Ou, de outra for­ma, a facilidade de estocagem e recupe­ração de virtualmente qualquer tipo de informação pode, com o passar do tem­po, atrofiar os instrumentos da orquestra cerebral humana especializados na bus­ca e seleção de informações? Sem saber, talvez, Betsy Sparrow abriu uma linha nova de investigação cientifica que tem um grande futuro pela frente.

A pesquisa foi conduzida em quatro etapas, com alunos das universidades Harvard e Colúmbia. Os panicipantes tiveram de memorizar afirmações tri­viais, daquelas tipicamente encontradas no Google, Os alunos informados de
que não teriam um novo acesso às infor­mações conseguiram memorizá-Ias em maior número do que o grupo que sabia que as frases estariam na internet. Se­gundo os autores do estudo, isso mostra que, quando as pessoas sabem que terão acesso fácil a uma informação, não se preocupam em memorizá-la.

A pesquisa de Sparrow levanta entre muitos cientistas e educadores o temor de que estejamos nos transformando em ter­minais de informações, e não em agentes capazes de processar conhecimento por meio da memória e do raciocínio. A neu­rocientista Maryanne Wolf, diretora do Centro de Pesquisas de Leitura e Lingua­gem da Universidade Tufis, de Boston, trabalha com o desenvolvimento da leitu­ra em crianças. Segundo ela, o cérebro é capaz de se adaptar e formar sinapses en­tre os neurônios de acordo com o tipo de leitura que se faz. Em seu livro Proust and lhe Squid: The Story ano Science of lhe Reading Brain (Proust e a Lula: a História e Ciência do Cérebro que Lê), Maryanne demonstra preocupação em como a leitura tem se desenvolvido. Ela diz: "Livros sempre foram uma forma de se aventurar além das palavras, trabalhar a imaginação e crescer intelectualmente. Porém, na era da internet, passou-se a ler rapidamente, sem análise nem crítica. Co­mo consequência, o cérebro começou a ter dificuldades na hora de ler com con­centração". 'Na sua conclusão. os jovens estão desenvolvendo menos as conexões de seus neurônios.

Um estudo feito pela University Col­lege London mostrou que, mesmo no ambiente acadêmico, o estilo Google de assimilar conhecimento se disseminou. O estudo mapeou os hábitos dos usuá­rios de dois sites com grande audiência entre universitários: o da British Library e o de uma associação de instituições de ensino inglesas. Os endereços dão aces­so a e-books, artigos e pesquisas. O estu­do mostrou que a maioria dos frequenta­dores dos sites acessava muitos itens do conteúdo, mas apenas uma ou duas pági­nas de cada um deles. O padrão era pular rapidamente de um artigo ou um livro para outro, o que constitui o que os pes­quisadores chamaram de power brow­sing - em português, "navegação mecâ­nica". "As pesquisas mostram que nossa vida on-line é capaz de afetar a neuro­química de nosso cérebro", disse a VEJA a psicóloga americana Sherry Turkle, professora de estudos sociais e ciência da tecnologia do Instituto de Tecnologia de Massachusens. Os céticos das teorias de que a intemet está mudando radical­mente o cérebro humano sustentam que a história está cheia de exemplos de no­vas tecnologias que foram recebidas com uma desconfiança que, posteriormente, se mostrou infundada. Na Grécia Antiga, Sócrates lamentou a popularização da escrita. Ele defendia a tese de que a subs­tituição do conhecimento acumulado no cérebro pela palavra escrita tornaria a mente preguiçosa e prejudicaria a me­mória. O advento da imprensa de Guten­berg, no século XV, suscitou prognósti­cos de que a facilidade de acesso aos li­vros promoveria a preguiça intelectual. Pode ser que esses paralelos sejam cor­retos e tranquilizadores. Tanto a escrita quanto a imprensa potencializaram a ca­pacidade cognitiva humana, especial­mente pela facilidade na troca de infor­mações entre mais gente. Talvez a sal­vação de nossa orquestra cerebral nos tempos da internetvenha pelo mesmo caminho: a intensa troca de conheci­mento e experiências.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

7 elementos-chave para melhorar a sua memória:



ü  Vive esquecendo datas importantes e compromissos?
ü  A falta de memória pode prejudicar diversas áreas da sua vida.
ü  Para não passar por isso, confira dicas que vão ajudá-lo a trabalhar a capacidade de memorização.


Uma maneira simples de exercitar a memória é tirar um tempo na parte da noite para se lembrar dos acontecimentos do dia.
Embora as pessoas acreditem que a capacidade de memorização é um dom com o qual a pessoa nasce a verdade é que é perfeitamente possível desenvolver a memória a partir de treinos simples e praticáveis em qualquer lugar. Se você se envergonha da sua falta de memória e não sabe como exercitar o cérebro para desenvolvê-la, confira 7 elementos-chave que você deve trabalhar para alcançar o sucesso.

7 elementos-chave para melhorar a sua memória:

 1. Entendimento:

Você pode memorizar as coisas de duas maneiras: forçando-se ou entendendo. Se obrigar a lembrar de alguma coisa por meio da repetição é um desperdício de tempo, porque você vai lembrar daquilo como uma coisa solta e não como um conteúdo contextualizado. Por isso, o segundo método, de entendimento, é muito mais efetivo para guardar informações. Procure compreender o que cada uma das informações que você precisa memorizar significa verdadeiramente. Isso vai ser muito mais útil ao tentar recuperar esses dados.

 2. Agrupamento de informações:

Um bom truque para memorizar informações é dividi-las em grupos com conteúdos semelhantes. Diversas pesquisas mostram que o cérebro não é capaz de memorizar mais de 5 itens na sua memória curta (MCP). Portanto, se você dividir todas as informações em grupos semelhantes será mais fácil acessá-las.
 Por exemplo, procure se lembrar dos números como 123-456-789 ao invés de lembrá-los como 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9.

 3. Treinamento realista:

Embora pareça complicado, treinar sua memória não precisa ser uma tarefa assustadoramente complicada. Tudo que você precisa fazer é adaptar esse treino para a sua rotina. Pense no seu dia de trabalho. Quantas informações você anota em bloquinhos apenas para “não se perder”? Isso pode ser negativo para a sua memória. Na medida do possível, troque as agendas e blocos de anotações pela sua própria cabeça. Isso vai ser útil para deixar o cérebro mais ágil.

4. Uso dos dois hemisférios:

Diversas pesquisas já mostraram que o lado esquerdo do cérebro trabalha mais com a lógica, enquanto o direito é mais criativo. Isso pode interferir na sua memória, ainda que não pareça. Para desenvolver uma boa capacidade de memorização, procure treinar os dois lados do seu cérebro, sem privilegiar nenhum. Procure tarefas que exijam o uso das duas áreas. Tente, por exemplo, associar números (que ativam o lado esquerdo) com imagens e cores (que ativam o lado direito).